Salvando vidas no pré-atendimento

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O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) recebeu 903.157 ligações em 2018. Os responsáveis por esse atendimento emergencial pré-hospitalar são os médicos, enfermeiros, bombeiros e socorristas e é justamente esse primeiro cuidado que pode ser o decisor entre a vida e a morte da vítima.

O banco de dados da Polícia Rodoviária Federal mostrou que, com base nos boletins de ocorrência de acidentes nas rodovias federais, foram registrados 169.195 acidentes, com 368.500 pessoas envolvidas, dessas 8.234 foram vítimas fatais e 26.236 foram vítimas graves, em 2014.

Ao chegar no local do caso, os socorristas e profissionais responsáveis pelo APH aplicam técnicas de resgate para evitar e minimizar os possíveis danos causados pelo trauma. A precisão dos procedimentos e o uso dos materiais corretos necessários para o atendimento influenciam diretamente no número de vidas salvas.

As estatísticas do Ministério da Saúde apontaram que a principal causa dos óbitos são por causas externas, as quais são capazes de gerar lesões viscerais e de partes moles, fraturas e esmagamento de tecidos. Tais agressões ao organismo resultam em repercussões sistêmicas graves, que inclui hipovolemia, hipoperfusão tecidual, alterações da coagulação e contaminação maciça, que são capazes de gerar distúrbios neuroendócrinos e depressão do sistema imune.

Em 2003, a OMS divulgou que o total de vítimas fatais chegou a aproximadamente quatro milhões e meio no ano. Destas, cerca de 60% foram decorrentes de causas externas não intencionais, principalmente por conta de acidentes de carro. Para evitar que esse número evolua, os profissionais de APH tem desenvolvido técnicas mais eficientes para agilizar a atuação de socorro à vítima.

Conheça essas técnicas através do livro APH Resgate clicando aqui.

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