As alterações genéticas da doença de Alzheimer

LIVRO: As alterações genéticas da doença de Alzheimer

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A Demência e a Doença de Alzheimer (DA) têm se tornado mais comuns. No Brasil, a doença já atinge 1,2 milhão de pessoas. Apenas metade delas se trata, e, a cada ano, são mais 100 mil novos casos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Os custos previstos para 2050 com os cuidados de pacientes acometidos pela DA e outras demências giram em torno de 1 trilhão de dólares anualmente se novos tratamentos não forem encontrados.

O manejo farmacológico e não farmacológico da perda de memória é fundamental para entender o motivo de os pacientes procurarem atendimento. Os pacientes e seus familiares precisam de médicos que ofereçam tratamentos e técnicas que otimizem as reservas cognitivas remanescentes de seus entes queridos.

¹A maioria dos pacientes diagnosticados com demência vive em casa e recebe cuidados de um membro da família. É lógico pensar que ao melhorar a funcionalidade do paciente, a vida dos membros da família e de outros cuidadores também melhora (Mossello e Ballini, 2012). Se o paciente com perda leve da memória conseguir fazer suas próprias compras e pagar suas próprias contas, ninguém precisa despender tempo para auxiliá-lo nessas tarefas. E, é claro, se a funcionalidade nas atividades da vida diária melhora, familiares e cuidadores terão mais tempo para suas próprias atividades.

¹Trecho retirado integralmente do livro Perda da Memória, Doença de Alzheimer e Demência.

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